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Já é necessário avisar que é importante estar com o seu primeiro imóvel quitado. Com isso, você terá um valor mensal liberado para pagar as parcelas do futuro imóvel. Mas, além do valor das parcelas, é necessário também ter um dinheiro poupado para dar o pontapé que vai iniciar este objetivo. Estas são algumas formas de adquirir o segundo imóvel:

Permuta

Você pode propor uma espécie de troca com o vendedor da casa que você quer adquirir. Ofereça o seu imóvel para quitar uma parte ou o valor todo do outro imóvel. Caso o outro imóvel tenha um valor mais alto, é possível oferecer uma compensação em dinheiro para completar o valor, também chamado de “torna”. Tenha em mente que você não deve desvalorizar o seu imóvel na permuta e no contrato deve estar estipulada divisão das taxas referentes a cartório. Na permuta, as taxas são divididas. 

Anote as dicas para fazer uma boa permuta:

  • Faça uma pesquisa prévia e comprove a regularidade dos bens;
  • Conheça o contrato que vai ser assinado. Diferentemente do contrato de compra e venda, na permuta é assinada uma escritura pública, que deve conter todos os detalhes e datas referentes à negociação;
  • Contrate um bom corretor para que ele apresente bons imóveis para a permuta e oriente durante os trâmites dos documentos e dos processos legais.

Financiamento

Nessa modalidade, o comprador precisa, além do planejamento do pagamento das parcelas, do valor para dar de entrada, que costuma ser de 10% a 20%, no mínimo, do valor imóvel. Quanto maior o valor da entrada, menor o valor das parcelas e do tempo de financiamento. Além disso, é necessário ter uma renda bruta mensal compatível com o valor das parcelas. Esse valor não pode passar de 30% da renda. O comprador pode incluir outras pessoas, como cônjuges e familiares, para compor a renda mensal. Esse percentual diminui se o candidato ao financiamento tiver outras dívidas em seu nome.

Refinanciamento

Pegar um empréstimo e dar um imóvel quitado como garantia pode ajudar a baixar os juros da operação. Porém, não esqueça que esse passo deve ser bem planejado, pois, em caso de inadimplência, é seu primeiro imóvel que vai ser usado pelo banco para quitar a dívida.

O FGTS não pode ser usado para abater ou quitar uma dívida de refinanciamento. Assim como no financiamento, o cliente do banco deve entregar cópia de todos os documentos que comprovem a renda e documentos pessoais das pessoas que estão compondo a renda do refinanciamento, além de escritura do imóvel e certidões negativas do condomínio e de impostos, como IPTU. 

Consórcio

O consórcio pode ser uma forma mais acessível para a compra do segundo imóvel sem que o comprador tenha em mãos todo o dinheiro para a compra. Além disso, é uma boa opção para quem não tem pressa de estar com as chaves em mãos. Nessa modalidade, um grupo de pessoas se compromete a pagar um determinado valor, por mês, por um determinado período de tempo. Mensalmente, algumas pessoas são contempladas com uma carta de crédito referente ao valor estipulado por aquele grupo. Até o fim do prazo, todas as pessoas do grupo serão contempladas com a carta de crédito.

No consórcio imobiliário não há incidência de juros nas parcelas, mas há uma taxa de administração.

Dica: o Banco Central, divulga semestralmente um ranking dos consórcios que receberam mais reclamações.

Algumas regras para aquisição de imóvel por consórcio:

  • O imóvel precisa ter escritura;
  • O prazo máximo para pagamento é de 180 meses, equivalente a 15 anos;
  • É possível adquirir um consórcio mesmo tendo crédito comprometido com empréstimos e financiamentos;
  • Consórcio não exige comprovação de renda como o financiamento;

Imóvel na Planta

Para quem não tem pressa, na compra do imóvel na planta com a construtora, você pode dar uma entrada pequena e não comprometer o seu orçamento. Procure construtoras que já tenham um histórico de entregas consolidado na cidade, pesquise por reclamações no Procon e verifique se há o registro da incorporação ao Cartório de Registro de imóveis.

Lembre-se de avaliar o valor das parcelas intermediárias, nem sempre elas são levadas em conta. Além disso, saiba que você precisa quitar o imóvel no ato da entrega das chaves. Isso pode ser feito à vista ou com um financiamento.  Cuidado com parcelas muito baixas. O valor final para a entrega das chaves pode ser muito alto.

Atenção: Com a legislação atual, ao adquirir um imóvel na planta, o comprador precisa estar certo do negócio, pois pode ter que pagar pesadas multas em caso de desistência.

Quer saber mais sobre o assunto? Descubra qual é o melhor tipo de financiamento imobiliário para você!

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