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O sonho da casa própria pode ser realizado várias vezes. Na primeira, o objetivo costuma ser a conquista da residência própria. Já na segunda vez, a família pode ser mais numerosa e o estilo de vida é outro. Para se adaptar aos novos tempos, é necessário fazer uma mudança para um lar maior. Comprar um imóvel à vista pode ser uma ótima meta, mas é preciso avaliar alguns pontos: usar todo o dinheiro poupado de uma só vez pode ser um “tiro no pé”, já que o comprador pode ficar sem a sua reserva de emergência. Se você está procurando o melhor financiamento imobiliário, este post é para você. Explicamos direitinho como funciona cada modalidade para não ter erro na hora de fechar o contrato.

Cooperativa habitacional

As cooperativas são formadas por grupos de pessoas que se juntam para a construção de um conjunto habitacional ou de um prédio, por exemplo. Um imóvel construído por cooperativa pode parecer mais tentador, pois não há juros nas parcelas. Porém, só em 2017, de acordo com o jornal O Globo, as cooperativas habitacionais acumulavam mais de 1500 ações judiciais, em razão de atraso na entrega das chaves ou até mesmo de imóveis que nunca foram entregues.

Financiamento bancário

Nessa modalidade, o banco libera uma linha de crédito para o cliente. A idade do comprador, a renda mensal e o valor do imóvel fazem parte da equação que vai decidir se você está apto para ter um financiamento ou não. Além disso, você precisa desembolsar, em média, 20% do valor do imóvel como entrada. O saldo do FGTS também pode ser usado como entrada ou como forma de amortizar a dívida com o banco. Algumas instituições, como Banco do Brasil e Caixa, tem prazos de até 35 anos para pagar. Fique de olho no Custo Efetivo Total (CET)! Uma parcela que cabe no orçamento mensal pode ser estimulante, mas o CET do imóvel pode estar escondendo taxas mais altas que o planejado.

Consórcio

O consórcio é uma modalidade diferente de financiamento e é usado, muitas vezes, por quem não tem tanta pressa de estar com as chaves do imóvel em mãos. Isso porque, no consórcio, o comprador entra numa espécie de compra coletiva com um grupo de pessoas que se compromete com o banco a pagar um determinado valor, por um determinado período de tempo. Mensalmente, por meio de um sorteio, algumas pessoas são contempladas com uma carta de crédito referente ao valor estipulado por aquele grupo. Além do sorteio, é possível fazer lances em dinheiro e ter mais chances de ser contemplado.

As regras do consórcio imobiliário são diferentes do financiamento bancário e podem ser mais atrativas. Para começar, não há incidência de juros nas parcelas, mas há taxa de administração, que pode girar em torno de 1,8%. A outra diferença é que o consórcio não exige necessidade de comprovação de renda. Uma para saber se você está fazendo negócio com uma boa empresa é verificar o site do Banco Central, onde você encontra o ranking (atualizado semestralmente) dos consórcios que receberam mais reclamações.

A decisão de comprar um imóvel deve ser muito bem pensada para que o sonho não vire pesadelo. Enquanto você analisa qual o melhor financiamento bancário para fazer a aquisição do seu imóvel, que tal dar uma olhada no nosso blog e conferir dicas para comprar um novo apartamento?

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